Descobri algo muito interessante mesmo agora: o que me incentiva a conduzir-me por caminhos perpétuos e martirizantes é o puro prazer da descoberta. ADORO descobrir o irrevelável. Redescobrir aquilo que é imutável, então, é uma praxe muito estusiástica. Gosto de me perder nos labirintos da minha própria razão, que, contagiada pela emoção, se torna indecifrável. Permito-me tomar um conhecimento ampliado sobre meu ser, sabendo que aquilo que penso sempre se contradiz com aquilo que quero pensar sobre mim, ou simplesmente revela aquilo que sou e não faz parte do meu "idealizar" constante.
Ah! E eu também soube que concedo a autonomia para me tomarem o controle, as rédeas psico-interiores. Que o que me transforma e me renova é o estar junto, sentindo [e descobrindo] a pulsação do outro, o fluxo do ar que inspira um coração para manter-se em pleno funcionamento e, também, uma alma, em [quase] constante sofrimento. Mas que fique claro que este sentimento, para mim, é algo muito mais intenso e subversivo: degusto-o com gozo e fome de quem precisa muito daquilo, afinal, eu permito-me ser assim, simplesmente complexo.
Só ainda não descobri o que eu realmente sinto por ti. Mais que isso: ainda não descobri aquilo que sinto por mim, ou o que sinto que quero, ou o que sinto que preciso. Neste exato momento, o que eu quero é você ao meu lado. O que eu preciso, é definir o que eu quero em você. Já o que sinto por mim... bom, eu sinto que estou em constante descoberta. Descubro-me mais que respiro!
Discordâncias, consentimentos e indagações de um mundo ideológico complexo, controverso e estupidamente trivial.
sábado, 30 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Eu não entendi, Direito!
Sim, eu sou impertinente e defendo impetuosamente os meus ideais, quando penso que eles valem o esforço. Quando há algo de duvidoso ou mesmo de errado neles, eu penso, repenso e, geralmente, me inclino para o lado mais correto possível. Não vejo isso como nenhum dom ou uma qualidade de se admirar loucamente. É algo muito comum, de questão de saber agir com bom senso e de lutar por aquilo que defende. Somente isso.
Contudo, há pessoas muito orgulhosas e arrogantes que não conseguem aceitar uma crítica CONSTRUTIVA sobre algo empreendido por elas. É muito mais fácil remoer-se de rancor e devolver a sua ajuda na forma de um disparate, criando um confronto eminente. Sem contar que isso é até emocionante e radical, e até concede um certo sentimento que eleva o tão adorado, idolatrado e cultivado ego.
Ainda por cima, isso tudo impõe um clima chato no ambiente e deixa tudo muito polarizado em um local onde o que mais se preza a aceitação e que tem como principal meta o APRENDIZADO.
Eu não quero me fazer de vítima e nem desabafar e amaldiçoar o mundo todo severamente, não. Só fico p*to da vida quando você age de boa fé com as pessoas e elas não identificam isso, interpretam isso de outra maneira e tentam te jogar contra outras pessoas. Também não admito desistir de algo fácil: se querem guerra, guerra terão! E não irei descansar enquanto a justiça não for feita. Posso sair perdendo muito por isso, mas minha maior missão é fazer que a "sabichona" entenda o real significado da palavra "aprendizagem". Lexicamente e não-lexicamente!
*****
O que acontece com o pessoal que atua na área juridica, hein? Não sei, mas esse pessoal não deve saber o que realmente significa agir plenamente e sem prejudicar ao outro ou a si mesmo. Deve haver uma redoma que os circundam tão consistente que ali só possa penetrar a presunção, o orgulho, o rancor, a prepotência e o instinto de "superioridade" da "raça". É incrível que é algo meio inato, porque até mesmo os que ainda nem estão inseridos nesse contexto já fazem jus ao "perfil".
Quero deixar claro que eu não tenho nada contra ninguém que atue nesse ramo. Muito pelo contrário, já pensei e penso inúmeras vezes sobre a possibilidade de me especializar neste segmento. Mas, de três advogados ou estudantes de direito que eu conheço, dois demonstraram perfeitamente inúmeras características que eu citei anteriormente. Será que é uma rixa de Administradores x Advogados/Juízes? De qualquer forma, isso não é nada saudável.
*****
Bom, minha semana turbulenta finalmente se encerrou!
Ela foi muito cansativa e estressante, devido a quantidade de provas acumuladas em um período muito curto de tempo. As provas em si foram até fáceis, até mesmo a de economia - esta de economia serviu para confirmar a minha tese de que o professor que nos ministra essa aula tem um instinto psico-maquiavélico.
Agora, só faltam as apresentações dos seminários, que, provavelmente, iniciarão no meio de Novembro. Dos três que teremos, nenhum está totalmente concluído; eles estão quase caminhando para isso.
Esta semana está acontecendo a 8ª Mostra Acadêmica da Universidade, e eu não irei participar - acho. Só irei amanhã para auxiliar uma amiga nos estudos para a prova dela de Contabilidade, e na sexta-feira para tentar descobrir qual foi a minha nota na prova de Economia (foi tão fácil a prova que eu estou me cagando para saber a nota! rsrs).
Ahhh!... Eu irei começar a tirar a minha carteira de habilitação, provavelmente essa semana. Estou tão contente! Até parece que eu sou gente de verdade! hahahaha
Contudo, há pessoas muito orgulhosas e arrogantes que não conseguem aceitar uma crítica CONSTRUTIVA sobre algo empreendido por elas. É muito mais fácil remoer-se de rancor e devolver a sua ajuda na forma de um disparate, criando um confronto eminente. Sem contar que isso é até emocionante e radical, e até concede um certo sentimento que eleva o tão adorado, idolatrado e cultivado ego.
Ainda por cima, isso tudo impõe um clima chato no ambiente e deixa tudo muito polarizado em um local onde o que mais se preza a aceitação e que tem como principal meta o APRENDIZADO.
Eu não quero me fazer de vítima e nem desabafar e amaldiçoar o mundo todo severamente, não. Só fico p*to da vida quando você age de boa fé com as pessoas e elas não identificam isso, interpretam isso de outra maneira e tentam te jogar contra outras pessoas. Também não admito desistir de algo fácil: se querem guerra, guerra terão! E não irei descansar enquanto a justiça não for feita. Posso sair perdendo muito por isso, mas minha maior missão é fazer que a "sabichona" entenda o real significado da palavra "aprendizagem". Lexicamente e não-lexicamente!
*****
O que acontece com o pessoal que atua na área juridica, hein? Não sei, mas esse pessoal não deve saber o que realmente significa agir plenamente e sem prejudicar ao outro ou a si mesmo. Deve haver uma redoma que os circundam tão consistente que ali só possa penetrar a presunção, o orgulho, o rancor, a prepotência e o instinto de "superioridade" da "raça". É incrível que é algo meio inato, porque até mesmo os que ainda nem estão inseridos nesse contexto já fazem jus ao "perfil".
Quero deixar claro que eu não tenho nada contra ninguém que atue nesse ramo. Muito pelo contrário, já pensei e penso inúmeras vezes sobre a possibilidade de me especializar neste segmento. Mas, de três advogados ou estudantes de direito que eu conheço, dois demonstraram perfeitamente inúmeras características que eu citei anteriormente. Será que é uma rixa de Administradores x Advogados/Juízes? De qualquer forma, isso não é nada saudável.
*****
Bom, minha semana turbulenta finalmente se encerrou!
Ela foi muito cansativa e estressante, devido a quantidade de provas acumuladas em um período muito curto de tempo. As provas em si foram até fáceis, até mesmo a de economia - esta de economia serviu para confirmar a minha tese de que o professor que nos ministra essa aula tem um instinto psico-maquiavélico.
Agora, só faltam as apresentações dos seminários, que, provavelmente, iniciarão no meio de Novembro. Dos três que teremos, nenhum está totalmente concluído; eles estão quase caminhando para isso.
Esta semana está acontecendo a 8ª Mostra Acadêmica da Universidade, e eu não irei participar - acho. Só irei amanhã para auxiliar uma amiga nos estudos para a prova dela de Contabilidade, e na sexta-feira para tentar descobrir qual foi a minha nota na prova de Economia (foi tão fácil a prova que eu estou me cagando para saber a nota! rsrs).
Ahhh!... Eu irei começar a tirar a minha carteira de habilitação, provavelmente essa semana. Estou tão contente! Até parece que eu sou gente de verdade! hahahaha
sábado, 23 de outubro de 2010
Clarice vos fala
Olhe, tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras.
Sou irritável e firo facilmente.
Também sou muito calmo e perdôo logo.
Não esqueço nunca. Mas há poucas coisas de que eu me lembre.
Sou paciente mas profundamente colérico, como a maioria dos pacientes. As pessoas nunca me irritam mesmo, certamente porque eu as perdôo de antemão.
Gosto muito das pessoas por egoísmo: é que elas se parecem no fundo comigo.
Nunca esqueço uma ofensa, o que é uma verdade, mas como pode ser verdade, se as ofensas saem de minha cabeça como se nunca nela tivessem entrado?
Tenho uma paz profunda, somente porque ela é profunda e não pode ser sequer atingida por mim mesmo. Se fosse alcançável por mim, eu não teria um minuto de paz. Quanto à minha paz superficial, ela é uma alusão à verdadeira paz.
Outra coisa que esqueci é que há outra alusão em mim – a do mundo grande e aberto.
[...]
Meu amor pelo mundo é assim: eu perdôo as pessoas terem um nariz mal feito ou terem lábios finos demais e serem feias – todo erro dos outros e nos outros é uma oportunidade para me amar.
Clarice Lispector. Uma aprendizagem ou o Livro dos prazeres. ed. Rocco, 1998. p.59-60
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Sinto falta
Sinto falta de contar nos dedos os minutos para poder te encontrar. Para ver em sua face, ao meu encontrar, um sorriso irradiar.
Faz falta passar um momento de paz, como aquele nascer do sol que não acompanhamos, mas que vivenciamos juntos, entrelaçados entre pernas e braços, aquecendo-nos em corpo e alma. Amando-nos pura e intensamente, mesmo que por uma noite. Ou por um segundo. Por um beijo, carinhoso, cheio de felicidade. Cheio de paixão e desejo. De apreço e vontade de conhecer mais o outro, de desvendar o seu interior. Ou melhor, de apenas confirmar aquilo que já era sabido, pois seus olhos, seus lindos e brilhantes olhos castanhos, decifravam os meus em uma fração de segundos. Visualizavam até cada pedaço da minha alma que se entregava a ti, por meio de um sorriso acanhado, mas que queria transmitir um motivo para você me pegar nos braços e não largar mais.
Ah, como eu sinto falta de você! De ter tido você por tão pouco tempo ou de não ter tido a oportunidade de ser somente seu, dia e noite. É, eu sei que a culpa foi inteiramente minha, que resisti veementemente me entregar a ti, e sinto arrependimento por isso. Agora me conforto na minha solidão e nas lembranças que você deixou. Lembranças incríveis, as melhores que guardo em meu peito.
Mas você sumiu... partiu para algum lugar onde nossas almas não conseguem mais estabelecer uma conexão, deixando a minha somente em pranto. O único lugar que te encontro, são em meus sonhos. Até mesmo naqueles que tenho em um mero piscar de olhos, que se tornam intensos só por lembrarem você. Só você, que é inesquecível.
Faz falta passar um momento de paz, como aquele nascer do sol que não acompanhamos, mas que vivenciamos juntos, entrelaçados entre pernas e braços, aquecendo-nos em corpo e alma. Amando-nos pura e intensamente, mesmo que por uma noite. Ou por um segundo. Por um beijo, carinhoso, cheio de felicidade. Cheio de paixão e desejo. De apreço e vontade de conhecer mais o outro, de desvendar o seu interior. Ou melhor, de apenas confirmar aquilo que já era sabido, pois seus olhos, seus lindos e brilhantes olhos castanhos, decifravam os meus em uma fração de segundos. Visualizavam até cada pedaço da minha alma que se entregava a ti, por meio de um sorriso acanhado, mas que queria transmitir um motivo para você me pegar nos braços e não largar mais.
Ah, como eu sinto falta de você! De ter tido você por tão pouco tempo ou de não ter tido a oportunidade de ser somente seu, dia e noite. É, eu sei que a culpa foi inteiramente minha, que resisti veementemente me entregar a ti, e sinto arrependimento por isso. Agora me conforto na minha solidão e nas lembranças que você deixou. Lembranças incríveis, as melhores que guardo em meu peito.
Mas você sumiu... partiu para algum lugar onde nossas almas não conseguem mais estabelecer uma conexão, deixando a minha somente em pranto. O único lugar que te encontro, são em meus sonhos. Até mesmo naqueles que tenho em um mero piscar de olhos, que se tornam intensos só por lembrarem você. Só você, que é inesquecível.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Bomba Relógio
Ultimamente eu ando muito, muito mesmo, com os nervos à flor da pele.
Não sei exatamente o real motivo disto, mas sei que está me fazendo mal, ou pior, está me deixando mal com aqueles que gosto. Talvez seja a ansiosidade para terminar logo esse ano e começar a cursar logo o 2º ano da faculdade para conseguir um estágio/emprego o mais rápido possível. Talvez a tensão dessa maratona de provas. Talvez a falta de ter alguém em quem pensar. Talvez tantas coisas.
Eu chego da faculdade com o rosto emburrado, rezando internamente para que ninguém venha me perguntar como foi o meu dia e como foi na escola (SENAI) ou na universidade. Para início de conversa: não é normal haver esse tipo de diálogo aqui em casa nem nunca foi. Por que, então, justo agora, que eu vivo à ponto de ebulição, todo mundo inventa de querer tirar satisfações sobre como foi o meu dia? Não gosto nem de falar para onde eu vou quando saio, querendo desfrutar da minha liberdade e privacidade, quiçá dizer o que de bom eu aprendi no dia.
E, ainda por cima, além de toda a conversa fiada para me infortunar, vem sempre as mesmas perguntinhas redundantes e que não tem fundamento algum de serem colocadas. Aí eu respondo sucintamente - para evitar desavenças - e já me fuzilam, dizendo: "O que é que aconteceu que o senhor já está nervosinho?", "Não disse que esse negócio de você estar estudando à tarde e à noite não iria acabar bem", "Quer um calmantezinho?". EU QUERO PAZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ! rsrrs
*****
A minha semana de provas está se desenrolando bem - até agora. A avaliação de Estatística Teórica foi até razoavelmente fácil, porém trabalhosa. Consegui terminá-la no tempo certinho e fazer todas as questões. Agora fico na espera para saber o resultado.
A avaliação de Estatística Prática foi meio complicadinha, mas nada que não fosse superável. Como era em dupla, apesar de ter ralado um pouquinho, eu fiz junto com a Karina e ela tinha um bom conhecimento, que serviu para reforçar aquilo que eu lembrava e preencher as lacunas que surgem TODA VEZ que eu entro naquele laboratório de informática. Fizemos todos os exercícios e acredito que tivemos um bom desempenho.
Agora só falta a mais apavorante: de Economia. Amanhã iremos nos reunir (eu e mais um pessoal da turma) para estudarmos conjuntamente para a avaliação e discutirmos certos assuntos e/ou dúvidas que venham a surgir.
Segunda-feira teremos a última avaliação dessa maratona, de Contabilidade. Mas essa será fácil, pois já fizemos diversos exercícios durante o semestre e eu já tinha um conhecimento de contabilidade antes disso - e que me foi muito útil, pois as aulas do professor não são das mais produtivas e esclarecedoras.
Na semana que vem teremos a Mostra Acadêmica, e isso significa um pouco de tranquilidade para mim. UFA! Estou precisando mesmo!
terça-feira, 19 de outubro de 2010
K-kinda busy
Essa semana não será nada fácil!
Hoje: Avaliação de Estatística Teórica - acho que esta não será tão complicada... só preciso estudar um pouco.
Amanhã: Avaliação Estatística Teórica - já esta, está me apavorando um pouco, pois, sempre que entro no laboratório de informática, tenho amnésia instantânea.
Quarta: Entregar um trabalho no SENAI - só falta terminar de digitar uma folha de caderno.
Quinta: Entregar uma parte do seminário de Sociologia - este já foi praticamente consumado na parte anterior que a professora [doida] pediu, mas, por pura burocracia, teremos que destrinchar o que já foi feito.
Sexta: Avaliação de Economia - esta sim está me apavorando! Eu já dei uma olhada em uma das avaliações que esse professor aplica e ela deve ter no mínimo umas 25 cabeças! MEDO
Além desta semana: Incorporar a entrevista feita sobre o trabalho de liderança no seminário de Organização do Trabalho e Tecnologia.
Incorporar as pesquisas feitas sobre a Educação Brasileira no seminário de Sociologia.
Elaborar mais questões a serem feitas na entrevista de Estudos Interdisciplinares I.
Avaliação de Contabilidade, na próxima semana, Segunda-feira, 25.10.
É muita junta coisa para uma cabeça só!
Devido à isso, andarei meio distante do Blog por esta semana, mas não deixarei de estar visitando as páginas de vocês, meus caros amigos leitores.
Um abraço.
Hoje: Avaliação de Estatística Teórica - acho que esta não será tão complicada... só preciso estudar um pouco.
Amanhã: Avaliação Estatística Teórica - já esta, está me apavorando um pouco, pois, sempre que entro no laboratório de informática, tenho amnésia instantânea.
Quarta: Entregar um trabalho no SENAI - só falta terminar de digitar uma folha de caderno.
Quinta: Entregar uma parte do seminário de Sociologia - este já foi praticamente consumado na parte anterior que a professora [doida] pediu, mas, por pura burocracia, teremos que destrinchar o que já foi feito.
Sexta: Avaliação de Economia - esta sim está me apavorando! Eu já dei uma olhada em uma das avaliações que esse professor aplica e ela deve ter no mínimo umas 25 cabeças! MEDO
Além desta semana: Incorporar a entrevista feita sobre o trabalho de liderança no seminário de Organização do Trabalho e Tecnologia.
Incorporar as pesquisas feitas sobre a Educação Brasileira no seminário de Sociologia.
Elaborar mais questões a serem feitas na entrevista de Estudos Interdisciplinares I.
Avaliação de Contabilidade, na próxima semana, Segunda-feira, 25.10.
É muita junta coisa para uma cabeça só!
Devido à isso, andarei meio distante do Blog por esta semana, mas não deixarei de estar visitando as páginas de vocês, meus caros amigos leitores.
Um abraço.
sábado, 16 de outubro de 2010
Verde sorriso. Verde paraíso.
Ah, aqueles olhos! Eles, terrivelmente, tem o domínio sobre mim. Bastam mirar-me por um instante e pronto, me rendo aos seus encantos. Ao brilho destas pequenas esferas esverdeadas, claras como um rio límpido. E quando se encontram com os meus, irradiam felicidade e simpatia. Transbordam pureza e alegria. Purificam a minha retina por um prolongado mas breve instante: breve porque assim que se desviam dos meus, fico nostálgico, querendo mais. Muito mais. Querendo que a enchente que é nascente daquele ser iluminado me conduza por sua correnteza, não importando o quão atordoadas estejam as marés. Querendo nunca precisar fechar meus olhos novamente, nem para piscar.
E quanto àquele sorriso, então? Ele, simplesmente, consolida todas as mensagens e vibrações que os tão risonhos círculos verdes me sussuram - pode até parecer redundante, mas não há redundância que me desencante de rever aquele belo sorriso. Este me transforma em certeza: a de querê-lo. Mas nem sempre o queremos, temos. Às vezes, não é aquilo que precisamos, é somente o que desejamos. Ou, então, é o que imploramos, praticamente como o oxigênio demandado para o fluxo respiratório, mas não podemos ter, por um mero capricho do destino.
Eu tenho plena convicção do que quero: o sorriso daquela alma acolhendo cada pedaço do meu ser, com calma. Me confortando na serenidade daquele espírito, tranquilo, pacífico. Tornando-me, a cada instante mais, um eu nele mesmo. Eu não me importaria nem um pouco de viver nele, por ele e para ele. A aura daqueles olhos, daquele sorriso, me saciariam por toda a eternidade: de um segundo, terceiro, quarto... minuto... hora... dia... de uma existência.
E como verde é sinal de esperança, espero ansiosa e pacientemente por um único momento mergulhado naquele terno sorriso. Fixado naqueles olhos verdes-esmeralda. Meu mundo seria mais verde naquele verde-paz. Verde-mais. Verde-tudo. O verde do meu mundo!
E quanto àquele sorriso, então? Ele, simplesmente, consolida todas as mensagens e vibrações que os tão risonhos círculos verdes me sussuram - pode até parecer redundante, mas não há redundância que me desencante de rever aquele belo sorriso. Este me transforma em certeza: a de querê-lo. Mas nem sempre o queremos, temos. Às vezes, não é aquilo que precisamos, é somente o que desejamos. Ou, então, é o que imploramos, praticamente como o oxigênio demandado para o fluxo respiratório, mas não podemos ter, por um mero capricho do destino.
Eu tenho plena convicção do que quero: o sorriso daquela alma acolhendo cada pedaço do meu ser, com calma. Me confortando na serenidade daquele espírito, tranquilo, pacífico. Tornando-me, a cada instante mais, um eu nele mesmo. Eu não me importaria nem um pouco de viver nele, por ele e para ele. A aura daqueles olhos, daquele sorriso, me saciariam por toda a eternidade: de um segundo, terceiro, quarto... minuto... hora... dia... de uma existência.
E como verde é sinal de esperança, espero ansiosa e pacientemente por um único momento mergulhado naquele terno sorriso. Fixado naqueles olhos verdes-esmeralda. Meu mundo seria mais verde naquele verde-paz. Verde-mais. Verde-tudo. O verde do meu mundo!
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Pensando bem
Hoje estive pensando sobre certos aspectos da minha vida, sobre atitudes e comportamentos que já empreendi. Muita coisa realmente me espantou. Como eu pude ser tão inocente em determinados pontos, e como eu pude me arriscar ao trocar tantas coisas boas por outras questionáveis?
Como é possível nos privarmos tanto do mundo quando estamos enamorados à alguém? É algo tão automático. Simplesmente, quando nos damos conta, passamos a viver em função do outro. O problema é que vamos nos machucando ferozmente por dentro, mas de uma forma ao mesmo tempo "silenciosa", que não nos alerta o estrago que estamos causando à nós mesmos e àqueles que tanto estimamos/estimávamos.
É típico da minha personalidade me relacionar intensamente com as pessoas que tenho um certo convívio ou uma determinada ligação afetiva. Os meus amigos - depois da minha família -, são os meus tesouros, que ficam guardados sob sete chaves e que ninguém além de mim conhece o lugar onde ficam. Eu prezo muito o envolvimento - mais que isso, o comprometimento - entre dois seres, mesmo que seja apenas por uma simples relação de amizade ou por outro caso de amor incondicional. Considero ambas situações, ou qualquer uma que fique entre as duas, ou que não seja nada disso, importantes. A real amizade é algo muito digno, raro e precioso.
Só que é engraçado como nos desfazemos dessas nossas preciosidades quando encontramos a "tampa da nossa panela". Com uma espantosa naturalidade as colocamos em segundo, terceiro, quarto plano em nossa vida, na nossa realidade. Porque quando estamos em harmonia com nossos "docinhos de coco", o que importa são apenas as carícias, promessas e beijinhos que são distribuídos à torto e à direito. Acontece que amigos não são nada - nada mesmo - "ingênuos" e sabem que tudo isso passa. E adivinha quem serão os primeiros a serem chamados para dar um help em um momento de desespero? Exatamente, os Super-Amigos!
Alguns nos perdoam, e nos recebem de braços abertos para uma nova chance de tentar fazer as coisas voltarem à normalidade. Outros guardam mágoas no coração, que podem ter se ferido durante a trajetória em que houve o distanciamento entre as partes. Cada um tem uma ação e uma reação para cada caso. Porém, eu, matutando aqui comigo mesmo, me sinto meio culpado por ter "perdido" certos "aliados" meus no percurso. Sabe, ter deteriorado nossa relação? Me sinto até como um "traidor", por ter deixado de lado algumas das minhas "preciosidades". Mas eu acredito que devemos ter uma segunda chance na vida, sempre. Claro, há coisas que não tem como ter essa nova oportunidade. Mas creio que nesse caso, é até saudável tentarmos reverter uma situação que não é tão trágica, afinal, uma amizade que se preze suportaria um pequeno deslize desses. Tudo bem, tudo bem... eu admito, foi uma bela de uma derrapada. Contudo, somos todos passíveis ao erro, e não sabemos se amanhã poderemos estar do outro lado, arrependidos por ter cometido uma besteira. E juro por tudo que é mais sagrado: agora eu realmente aprendi que não há amor que substitua uma sincera e agradável amizade, onde há constantemente confiança e perdão. E doação, principalmente.
A vida é assim, fazer o que? Só aprendemos quando levamos algumas bofetadas na cara. Acabo de levar várias dúzias.
Perdoem-me, amigos!
*****
Update:
É... acho que eu vivia me escondendo, então!
Agora fica o aprendizado para que isso não se repita futuramente.
Como é possível nos privarmos tanto do mundo quando estamos enamorados à alguém? É algo tão automático. Simplesmente, quando nos damos conta, passamos a viver em função do outro. O problema é que vamos nos machucando ferozmente por dentro, mas de uma forma ao mesmo tempo "silenciosa", que não nos alerta o estrago que estamos causando à nós mesmos e àqueles que tanto estimamos/estimávamos.
É típico da minha personalidade me relacionar intensamente com as pessoas que tenho um certo convívio ou uma determinada ligação afetiva. Os meus amigos - depois da minha família -, são os meus tesouros, que ficam guardados sob sete chaves e que ninguém além de mim conhece o lugar onde ficam. Eu prezo muito o envolvimento - mais que isso, o comprometimento - entre dois seres, mesmo que seja apenas por uma simples relação de amizade ou por outro caso de amor incondicional. Considero ambas situações, ou qualquer uma que fique entre as duas, ou que não seja nada disso, importantes. A real amizade é algo muito digno, raro e precioso.
Só que é engraçado como nos desfazemos dessas nossas preciosidades quando encontramos a "tampa da nossa panela". Com uma espantosa naturalidade as colocamos em segundo, terceiro, quarto plano em nossa vida, na nossa realidade. Porque quando estamos em harmonia com nossos "docinhos de coco", o que importa são apenas as carícias, promessas e beijinhos que são distribuídos à torto e à direito. Acontece que amigos não são nada - nada mesmo - "ingênuos" e sabem que tudo isso passa. E adivinha quem serão os primeiros a serem chamados para dar um help em um momento de desespero? Exatamente, os Super-Amigos!
Alguns nos perdoam, e nos recebem de braços abertos para uma nova chance de tentar fazer as coisas voltarem à normalidade. Outros guardam mágoas no coração, que podem ter se ferido durante a trajetória em que houve o distanciamento entre as partes. Cada um tem uma ação e uma reação para cada caso. Porém, eu, matutando aqui comigo mesmo, me sinto meio culpado por ter "perdido" certos "aliados" meus no percurso. Sabe, ter deteriorado nossa relação? Me sinto até como um "traidor", por ter deixado de lado algumas das minhas "preciosidades". Mas eu acredito que devemos ter uma segunda chance na vida, sempre. Claro, há coisas que não tem como ter essa nova oportunidade. Mas creio que nesse caso, é até saudável tentarmos reverter uma situação que não é tão trágica, afinal, uma amizade que se preze suportaria um pequeno deslize desses. Tudo bem, tudo bem... eu admito, foi uma bela de uma derrapada. Contudo, somos todos passíveis ao erro, e não sabemos se amanhã poderemos estar do outro lado, arrependidos por ter cometido uma besteira. E juro por tudo que é mais sagrado: agora eu realmente aprendi que não há amor que substitua uma sincera e agradável amizade, onde há constantemente confiança e perdão. E doação, principalmente.
A vida é assim, fazer o que? Só aprendemos quando levamos algumas bofetadas na cara. Acabo de levar várias dúzias.
Perdoem-me, amigos!
*****
Update:
"Quando alguém começa a namorar e deixa de lado os amigos, isso é sinal de que esse relacionamento se tornou um esconderijo em vez de proporcionar descobertas e aprendizados em conjunto. Manter os amigos é fundamental para estimular o crescimento do indivíduo."
Os seus poderes interiores, pág. 118 - Sempre em frente
Roberto Shinyashiki
É... acho que eu vivia me escondendo, então!
Agora fica o aprendizado para que isso não se repita futuramente.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Infância
![]() |
| Ô caipirinha arretado, sô! |
Preciso dizer que eu era um ser irritante e intangível? Que eu fazia bico para tudo aquilo que não me agradava e que desde pequeno eu estampo no rosto aquilo que sinto?
Coitado de mim e de tantas outras crianças, que passam por situações constrangedoras só para fazer a felicidade dos tão estimados pais. Só estando encarnado na criança para saber o quanto odiávamos fazer isso - eu, pelo menos, odiava.
Feliz Dia das Crianças! Que todos os nossos pequeninos sejam abençoados e que cresçam felizes e tenham um futuro decente. E que também possam construir um mundo melhor.
domingo, 10 de outubro de 2010
Sonho encantado
Eu sou um refúgio
do subterfúgio
dos nossos erros.
Dos meus receios.
Me afago em pranto
e em seus encantos.
No calor dos teus braços,
que faz de nós dois um laço.
Sempre imploro para que ele não se encerre,
pois isso fere.
E quando te beijo
me torno desejo.
Aí eu bocejo...
Hora de acordar.
do subterfúgio
dos nossos erros.
Dos meus receios.
Me afago em pranto
e em seus encantos.
No calor dos teus braços,
que faz de nós dois um laço.
Sempre imploro para que ele não se encerre,
pois isso fere.
E quando te beijo
me torno desejo.
Aí eu bocejo...
Hora de acordar.
Assinar:
Postagens (Atom)
