terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O (odiado) jogo

Fica assim, então!
Cada um nutre-se do seu orgulho, e se fecha na impossibilidade de abrir mão da "razão". Afinal, este é o jogo, eleito como o melhor para agora. Cada um do seu lado, lado a lado. Combinado. Mantemos a pressão, sem motivo, por prazer, sem saber que, depois de um tempo, o cansaço chega...


Mais e mais... onde vamos chegar?
Esses conflitos tão banais, sem valor. Na verdade, custam. E muito! É custoso ter que pensar, e me odiar por ficar aqui, querendo te odiar.
Mas onde é mesmo que combinamos chegar, acima do céu? Sinto minhas asas quebradas, e não tenho nem mesmo um apoio seu.


Até quando? 

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Quando chove

É sempre assim, a chuva sempre me traz a angústia, o desespero. Não sou capaz de aguentar as trovoadas e os vendavais de meus anseios. E o que dizer, então, dos relâmpagos, que tornam evidentes todos os meus sentimentos, principalmente aqueles que eu menos tenho controle e mais tenho temor: são eles, exatamente, pontos centrais da minha fraqueza: você.


Você surge com a enxurrada, nítido, concreto e livre de qualquer gota de água… seco. Direto. Sua imagem age com destreza, atinge com precisão meu coração. Contorce minha alma, retirando todas as lágrimas ali acumuladas. Me faz pensar naquilo que eu deixei de fazer, nos planos que eu fiz. Traz à tona todas as minhas frustrações. Fere meu peito, pois nele há a saudade de te ter e te sentir. Te tocar.


Na chuva, eu te vejo, como uma miragem. Você está ali, presente e distante, e eu não posso te tocar. Não posso te beijar. Eu me iludo, dizendo pra mim mesmo que só isso já basta. Eu sei que não, mas eu insisto. O vidro da janela fica todo embaçado. Junto à ele está minha mão, estendida, implorando pela sua. Então começa a chover dentro de mim, uma tempestade de sentimentos nostálgicos…e melancólicos.


É por isso que eu odeio a chuva, ela só impõe você à mim. Ela tira a alegria dos dias, as cores tão vibrantes e carregadas. O que fica em seu lugar é a palidez do cinza. E o sentimento de falta. Falta de você aqui, de você em mim.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Selinho II



Seu blog é um amor: foi isso o que o Van, do "Ei! Vem cá", meu queridíssimo amigo sagitariano, que mora logo ali, disse. E eu até que acreditei, viu?! Não preciso nem dizer que fiquei muito honrado por tê-lo recebido, né?


Existem três regras para esse selinho, que são as seguintes:


1ª regra: Passar o selo para 10 blogs
Sem dúvidas, a parte mais trabalhosa. E a mais cool, também.
(Para quem não está na lista, não significa que também não seja um amor. Você nasceu do amor de duas pessoas, e o amor também te trouxe até aqui, e te fez estar aqui comigo. Portanto, todos somos uns amores! rs). Os indicados são:

OBS.: Eu quebrei a regra e indiquei apenas 7 blogs :/ Mas todos que sentirem o desejo de pegar o selo, sintam-se à vontade. Como eu já disse, todos somos uns amores!




2ª regra: Avisar aos 10 blogs indicados que receberam o selo
Estão todos devidamente avisados.


3ª regra: Falar 10 coisas sobre mim
Eis que são essas:
  • Adoro assistir videoclipes, principalmente aqueles com featurings, e chego até a gostar de músicas que não suportava antes de ver a arte visual;
  • Não levo jeito para a culinária, até meu miojo é uma catástrofe! Mas admiro muito quem possui o dom de preparar deliciosas guloseimas;
  • Sou desastrado e ansioso: é difícil eu comer algo sem derrubar ao menos um grão ou uma gota no chão;
  • Gosto de ficar reparando nas palavras, e chego a me apaixonar por algumas, sejam elas da língua portuguesa ou não (exemplos: enough, each, ocho, thought, edge, ahora, aire, ragazzo, balbuciar, frenesi, nostálgico);
  • Gosto de ouvir as pessoas e, por isso, dizem que sou observador. Apenas fico na minha, dou minha opinião quando acho necessário, e tiro de tudo sempre uma lição. Ah, claro... e evito entrar em intrigas, pois não disparo tudo o que vem à minha mente, de sopetão;
  • Eu como jiló;
  • Amo abraços apertados;
  • Minha cor predileta é vermelho;
  • Sou fanático por cabelos, principalmente por afagá-los;
  • E penso pelo menos umas 50 (ou 5, ou 500) vezes antes de fazer algo. Depois eu penso mais um pouco para ver qual a probabilidade disso dar certo. Logo após, se realmente quero fazer isso.
Agradeço muito ao Van por ter se lembrado de mim e me oferecido esse presente inestimável, minha primeira indicação - me sinto até importante! - e a todos que fazem parte dessa minha eterna descoberta que é a vida, e a vida no mundo dos blogs. E para você que está aqui lendo esse post ou que acompanha minha jornada, saiba que você também é um amor, e que o amor - e somente ele - nos une aqui. 

    domingo, 16 de janeiro de 2011

    Destruído



    Não queria isso, que meu castelo desmoronasse. Não dessa forma. Tanto zelo, tanto suor... não serviram de nada! Foi árdua a elaboração, o planejamento e a execução da obra. E uma única palavra conseguiu desestruturar tudo. Uma única palavra não dita, praticamente inexistente para mim. Extremamente necessária, mais que o oxigênio e menos que você.

    Eu vejo as paredes ali, no solo, despedaçadas como um quebra-cabeças, sem  uma conclusão. Talvez a única peça que faltasse não poderia ser encontrada, nem mesmo no mais secreto local. Eu sempre soube que só faltava eu mesmo, minha convicção, para que a arquitetura se finalizasse. O eu, perdido em ti, presente em nós. Ele, que se frustrou tantas vezes e que nunca deixou de pensar no amor.

    Queimou, ardeu em chamas. Este foi o seu fim. As lágrimas se evaporavam com a temperatura elevada, que fazia a alma gemer, implorar por socorro. Lembro muito bem, eu enxerguei aquela estrutura humana por trás da fumaça. Sorrindo. Lamentando. Arrependida por ter permitido o envolvimento. Com saudades do primeiro beijo, o mais doce. Pouco a pouco, a alma se transformava em cinzas e, como o tão bom amor, já não existia mais - não em sua forma natural.

    Era ali, na destruição da minha fortaleza, que surgia você, com sua simples existência. Ali, também, estava o eu-sem-mim, que se envolvia cada vez mais, e permitia... permitia toda a dor. Contestava tudo, mas não mudava nada. Ele, envolto em sua vulnerabilidade, que sorria e chorava. Te buscava. E se destruía, para poder se fazer perfeito para você. Perfeito o bastante para saber que tudo não passaria de ilusão.

    sábado, 15 de janeiro de 2011

    Não me olhe

    Eu já te disse, querida Lua, que não gostaria que você continuasse a me observar assim dessa forma, tão explícita. Não quero mais que me vigies, nem que fique se escondendo atrás das nuvens para eu não perceber-te.


    Amada Lua, não se canse mais, eu não te quero. Você já não me é necessária, eu sofri demais por ti. Inconstante, é isso que você é pra mim. Menos que eu, claro. Por isso, se tornou desinteressante. Vá, não olhe para trás. Não me olhe nem me queira, apenas vá.


    Não tente se renovar. Nem seu brilho pode me conquistar novamente. Adoro te ver assim, toda vermelha, parecendo machucada, sofrendo por mim. Ou será isso apenas um reflexo do sentimento que a distância entre nós me causa? Adoro, então, ver meu sangue deslizando por sua massa, em suas curvas circulares.


    Se um dias aprenderes a amar, promete que me ensinas? A única coisa que aprendi foi a sonhar: contigo, com meu outro amor e com nossas impossibilidades. Eu sou limitado, e você é assim, uma Lua toda, tão perfeita! Essa sua perfeição é que me cega, e te deixas insuportável, azeda. Siga em frente, sem um peso a mais para te impedir de ser amor e viver amor. 


    Já te disse, não quero que fique aí me espionando.
    Vá embora. E me leve contigo!
    Ou acabe com tudo...

    sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

    Lágrimas

    Explorar. A lágrima tem a missão de desvendar os caminhos de todo o rosto até chegar ao final de seu percurso, seja ele o chão, a roupa que paramenta aquele que a concebeu ou algum dedo que surge como pavimentador, ou mesmo consolador. Não importa se essa surge de motivos bons ou ruins: a definição de bom ou ruim pode ser muito subjetiva, levando em conta o momento, a pessoa… e a lágrima.

    Há momentos que elas caem, deslizam por nosso cútis sem motivos, simplesmente por instinto. Ou, por necessidade. Acreditei naquilo que disseram um dia, que elas tem o poder de purificar até a mais devastada das almas. Será verdade? Não sei! Minha mente já passou por dias muito turvos. As gotículas podem ter se diluído nesse momento, mas foram capaz de me libertar. Até a próxima vez que o rio dos meus anseios viesse a transbordar de novo, e o desespero me afligisse.

    Não venho aqui para falar de tristeza, muito menos de alegrias. Só quero dar às lágrimas seus tão merecidos méritos. Qual homem, até mesmo aquele que se diz o mais forte, nunca derramou uma só que seja, nem que fosse em seu nascimento? Elas nos acompanham desde o nosso surgir. Muitos a temem. Por que temer? Medo de se enfrentar? De se descobrir? Será o temor ao fracasso? À frustração? Ou à realização?

    E as lágrimas do mundo, quem é capaz de enxugá-las? Agora eu inverto a questão: quem é capaz de parar de ferir nosso berço natural? Qual o homem que consegue deixar de colocar-se à frente de todas as ações ou de todas as intenções? Quem é capaz de amar? Não falo do “amor-sentimento”, mas sim do “amor-ação”. É possível doar um pouquinho de si para preservar aquilo que é externo? Ou para preservar o outro? É mais fácil extorquir as lágrimas dos outros, não é?

    Me pergunto aqui, “E se as lágrimas fossem como o mel?” Doces, irresistíveis…Como seria a sensação de chorá-las? Seria possível resistir ao doce sabor da dor? Ou do amor, da paixão, da alegria, da tristeza, ou da agonia.

    Muitas vezes não conseguimos libertar-nos, expulsar as lágrimas que existem dentro de nós, esperando o momento certo para inundarem nossos olhos… e cair. E quando elas caem, somos nós que nos levantamos. E seguimos… O que acontece, então, com as lágrimas internas? Isso, aquelas que ficam ali, aprisionadas, decepcionadas por não aflorarem. Qual o seu efeito em nós? Quantas dessas será que o coração consegue armazenar? O meu coração já está doendo. Será um mau sinal?

    terça-feira, 4 de janeiro de 2011

    Wannabe Salander

    Lisbeth Salander: personagem de ficção criada pelo autor e jornalista sueco já falecido Stieg Larsson, da Trilogia Millennium - bestseller que já vendeu mais de 10 milhões de cópias pelo mundo e começou a fazer sucesso após a morte do autor.


    Lisbeth Salander (interpretada pela atriz Noomi Rapace)

    Sueca, nascida no dia 30 de abril de 1978, uma pálida e anoréxica, jovem, com cabelo curto e bagunçado, piercings no nariz e na sobrancelha. Tem uma tatuagem de vespa no pescoço, uma tatuagem de laço em volta do bíceps do braço esquerdo e outro no seu tornozelo esquerdo. Também possui uma grande tatuagem de um dragão que surge em seu ombro esquerdo e termina próximo a seu quadril.
    Filha de Agneta Salander Née Sjölander e irmão gêmea de Camila Salander, possui grande habilidades intelectuais, apesar de seu gênio um tanto quanto forte. É uma respeitada cracker, integrante da "Hacker Republic"; é conhecida como "Wasp" (vespa, apelido atribuido à ela por sua velocidade na prática do boxe) no meio dos Hackers. Trabalha para uma empresa de segurança da Suécia, fazendo investigações incríveis e que superam a expectativa de qualquer um que a vê.
    Juntamente com Mikael Blomkvist, jornalista e sócio da Revista Millennium, consegue descobrir vários segredos e desbancar muitas pessoas que fazem parte da "fatia podre" da Suécia, inclusive do meio policial.
    Depois de uma surra selvagem que deixou a mãe de Lisbeth com danos cerebrais permanentes, Lisbeth, aos 12 anos de idade, atacou seu pai, que estava em seu carro, jogando-lhe gasolina (que estava dentro de uma caixa de leite) e um fósforo aceso - assim, um coquetel Molotov, na fuça do porco do pai dela! Isso com 12 anos!
    Devido a isso, seu pai providencia uma maneira de interná-la em uma clínica psiquiátrica de Uppsala, na Suécia. Enquanto estava lá, foi colocada sob vigilância direta do psicólogo principal, Dr. Peter Teleborian, um pedófilo que a manteve pressa por dois anos por conta de seu desejo sexual reprimido por ela.
    Após um tempo, foi colocada sob a tutela de Holger Palmgren, um advogado, que a tinha como uma filha. Ele, porém, sofreu um derrame e foi considerado incapaz para manter-se como seu tutor, então, foi sucedido por Nils Bjurman.
    Bjurman se revela um sádico que a obriga a fazer sexo oral em troca de seu próprio dinheiro - que é controlado por ele - para qualquer coisa que seja. Ele acabou estuprando-a, sem saber que ela estava com uma câmera escondida. Ela cobra sua vingança por esse estupro dias depois, por amarrá-lo, e torturando-com um objeto - assim como ele fez com ela -, e fazendo uma tatuagem em sua barriga que diz "sou um porco sádico, um pervertido e estuprador" (I am a sadistic pig, a pervert and a rapist). Forçou-o a assistir a fita que ela gravara dias antes e ameaçou divulgar uma cópia aos tribunais, e a imprensa, caso ele não a deixasse tomar conta do próprio dinheiro, ou caso algo acontecesse a ela. 
    Ela chega a odiar os homens, em certos casos. 


    Bom, eu sou gêmeo; tenho uma memória quase que fotográfica - acho que ainda é de uma câmera analógica; ainda não tenho um dragão tatuado, mas pretendo ter um dia; tenho apenas um piercing na orelha direita; adoro informática, mesmo não sendo um hacker. Será que eu posso tentar ser um Eric Salander? Nem que seja uns 25%, já é de bom tamanho para mim!


    Referências: Wikipédia e Google Images

    segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

    Protegida

    Certa noite, tu dissestes que eu sou teu anjo.
    Não tenho asas, muito menos auréola.
    Tenho cachos, apesar de não serem loiros e macios.
    Também choro, principalmente quando te vejo triste.
    Erro como um humano, afinal, também sou um.

    Meus pés também se cansam em função da caminhada.
    Porém, meus braços nunca deixarão de te segurar.
    E todos os meus dedos sempre recolherão cada lágrima que ousar trilhar teu rosto.
    Minha mão sempre estará apontada em sua direção, quando precisares levantar.

    O teu sorriso é a fonte de energia para minha alma.
    Sua aflição torna-se sempre a minha, também.
    Se me recordo de algum momento de alegria, você está nele.
    E se me desespero e perco meu chão, lembro que tenho a ti e que preciso ser o teu alicerce.

    Eu posso errar.
    Posso falhar.
    Você pode desanimar.
    Mas eu nunca te deixarei desistir, 
    e você me fará lutar por tudo não desistindo.

    Não importa o que os outros pensam sobre você, tampouco o que dizem de mim.
    Aquilo que somos ou não, só cabe à nós saber. 
    E o que mais importa é que temos o mesmo compromisso para a vida: a nossa felicidade.

    Portanto, não chores mais.
    Não fique guardando pra ti aquilo que só te corrói.
    Pelo contrário, aja de uma forma que você possa se fortalecer em suas fraquezas, em suas aflições. 
    Se for preciso, grite! E se isso não for o bastante, chore: isso te libertará.
    E não tenha dúvida que, toda noite, estarei ali, guardando teu sono.
    Estarei fazendo minhas preces por ti, pois sou teu anjo, e você, minha eterna protegida.

    sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

    365 dias até aqui

    2010: mais um ano, de outros 2009 que já se foram - depois de Cristo - e de inúmeros outros, das antigas civilizações e por aí vai... Como sempre, esperamos sempre o melhor de cada ano que se inicia. Propomos metas para nós mesmos. Criamos expectativas para tudo. Depois disso, vivemos mais esse ano que se inicia, não todas as vezes da melhor maneira possível, tirando o máximo proveito. Mas alguns não se importam: ter uma existência mundana já é o bastante.


    Sempre fazemos uma análise de como foi o ano que se vai. Consideramos as conquistas, mudanças, novidades e até as tragédias que aconteceram durante seu desenrolar. A maioria das teses são baseadas em algum interessante - próprio, diga-se de passagem.


    Eu mesmo, acho que 2010 foi um ano incrível. Cresci muito durante esses 365 dias. Chorei algumas [tantas] vezes. Sorri outras milhares. Conquistei, à mim e outras coisas, alguns sentimentos. Caminhei, dando os primeiros passos para o meu futuro. O que melhor obtive, foi um melhor conhecimento sobre minhas capacidades e a chance de enfrentar alguns desafios.


    Mas e o mundo? Qual foram os benefícios que esse ano que já é velho acarretou? E aqueles nossos votos de prosperidade, paz, fraternidade e amor do final de 2009? Foram eles postos em exercício? Houve a doação do "eu" para o irmão?


    Houve violência em 2010: contra a mulher, que tiveram que pagar com sua vida algo que nem mesmo "deviam". Somado à isso, tivemos a intolerância para com as minorias. Recebemos a resposta da natureza aos nossos atos. Assim como a ferimos constantemente, fomos aniquilados, oprimidos. Estamos sofrendo as inconsequências de alguns. 


    2010 teve o brilho da Copa, um evento mundial. Nosso país não triunfou dessa vez. E a África? Será que agora ela poderá ser vista como um país de verdade, onde há seres humanos, civilizados? Deixará ela de ser o berço das riquezas provindas da exploração humana e natural? Poderá ela enfrentar o dilema da AIDS?


    Tivemos uma mulher eleita como presidente. Um presidente que deixou seu posto com popularidade recorde. E a sociedade? Continuará sendo vista como um grande conjunto de fantoches, que são de fácil manipulação e indefesos?


    A evolução tecnológica andou à milhões. O que dizer da melhoria nas concepções humanas e intelectuais? O senso crítico?


    E o amor? Quanto mais ele poderá resistir à banalização de tudo, de todos? 


    2011 tem tudo para ser mais um ano como os outros. Só há um fator capaz de fazê-lo diferente: nós! Cada pensamento. Cada conversão. Toda doação, não financeira, mas espiritual e fraterna. Ação por ação, por menor que seja. Uma grande mudança só se inicia à partir da iniciativa de um ou de muitos. O que você fará para que 2011 seja um ano realmente bom? Quais as suas expectativas para nosso mundo nos anos que virão? Pense nisso!


    Desejo à cada um que ler esse texto um novo ano digno, repleto de paz, carinho, amor, solidariedade, compaixão e respeito. Espero que todos tenham muita saúde e uma vida reta, baseada na valorização do amor e de seus benefícios. Brindemos pela vida!

    quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

    Descomplique

    Sempre é assim, fazemos tudo aquilo que podemos

    É certo que nem sempre é o que queremos

    Uma abstnência, uma vontade ou uma omissão

    Mas o que nunca se recebe é o perdão

    E o que nunca se ouve é o coração, sempre a razão.

     

    A complexidade de tudo nos agrada…

    Quanto vale a lágrima da pessoa amada?

    Não vejo graça na arte de fazer sofrer!

    O que você realmente sente ao me ver?

     

    Toda a alegria

    Cada melodia

    Os fragmentos de todo o nosso amor

    Nada ameniza o que sinto agora: dor.

     

    Será isso verdadeiramente preciso?

    Um único ato teu me conforta e acalma

    É tão difícil assim distribuir um sorriso?

    Mas não venha com nada superficial: quero descobrir até a cor de tua alma!